A Ação: Palavras que Brincam
O projeto Ponto de Cultura PALAVRAS QUE BRINCAM é uma ação desenvolvida pelo EMCANTAR visando a formação cultural em música e literatura na escola, com foco na vivência e criação artísticas. As atividades têm como público-alvo alunos e educadores das escolas públicas estaduais Padre Mário Forestan e Presidente Juscelino Kubistchek, em Uberlândia-MG. A partir de suas vivências nas oficinas, as crianças produzirão textos que serão publicados em livro e no blog do projeto, numa experiência capaz de reunir o desenvolvimento da criatividade, a democratização cultural e a inclusão social, sempre com a perspectiva de encantamento com o mundo que caracteriza o modo de ser do EMCANTAR.

PALAVRAS QUE BRINCAM é uma ação desenvolvida por meio do Programa Cultura Viva/Pontos de Cultura, em convênio com a Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais e Ministério da Cultura.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

É hora de aprender brincando!

O dia das crianças esta chegando! Que tal embarcarmos em uma VIAGEM para completar o acróstico? Junte a família e os amigos para que o jogo seja mais divertido.

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         _ A_ _ _ _ _ _ _ _
      _ _ G_ _ _ _
      _ _ E_
­ _ _ _ _M_ _ _ _ _
1-   Usado para carregar carga.
2-   Onde o trem passa.
3-   Quem dirige o trem.
4-   O que as pessoas levam nas viagens.
5-   Anda nos trilhos e serve para transportar pessoas e objetos.
6-   Lugar onde fica o maquinista.
Acróstico produzido nas Oficinas do Palavras que Brincam por:Maria Eduarda
Fique atento! As respostas serão divulgadas na próxima semana aqui no blog.



terça-feira, 9 de outubro de 2012

Ponto de Cultura

Ponto de Cultura
O EMCANTAR foi um dos articuladores do encontro dos Pontos de Cultura e da comissão estadual dos Pontos com representantes da Secretaria de Estado da Cultura e do MinC. Na quarta-feira dia 26, os quatro membros da comissão (Ana Rabelo e Ricardo - Uberlândia, Kate Arabe - Uberaba e Paulo Morais - Três Corações) se reuniram na sede da Trupe de Truões, para finalizar a pauta apresentada às representantes governamentais

Na quinta-feira dia 27, aconteceu o tão esperado encontro que contou com Pontos de Cultura de Araguari, Uberlândia, Uberaba e Três Corações. Ao todo 17 pessoas compareceram e conversaram sobre o futuro da política cultural em Minas entre outros assuntos.
imgpontodecultura

Para saber mais sobre os Pontos de Cultura:

 

domingo, 30 de setembro de 2012

Novidade no Palavras que Brincam

A turma do Palavras que Brincam esta pensando em tudo para que a apresentação artística seja do agrado de todos.
O Palavras que Brincam passa a contar no segundo semestre com a participação de 2 novos oficineiros: Pablo Mendonça (percussionista) e Victor Rodovalho ( músico e compositor).
A turma da escola Presidente Juscelino Kubistchek, esta com um repertório bem gostoso que fala sobre todos os tipos de viagens.

Ilustração feita nas oficinas do Palavras que Brincam
(Diwllyano)
Para completar a Escola Padre Mário Forestan traz um repertório que vai fazer adultos voltarem a infância com cantigas de roda e muito mais.
A turma do Palavras que Brincam esta pensando em tudo para que a apresentação artística agrade a todos.

Ilustração feita nas oficinas do Palavras que Brincam
(Ana Karoline)
Ilustração feita nas oficinas do Palavras que Brincam
(Ana karoline)




terça-feira, 11 de setembro de 2012

Você sabe o que são tirinhas?


As crianças do Palavras que Brincam,  criaram tirinhas para serem postadas aqui no blog.

Tirinhas são:

Quadros com desenhos extremamente simples representando situações cotidianas. Esses quadrinhos são feitos utilizando personagens conhecidos como as Rage Faces, que são caras representando determinadas expressões.

Conheçam a tirinha de Carlos Daniel

(clique na imagem para visualizar melhor)

Tirinha por:Carlos Daniel)

 

Para saber mais:

 
 

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Oficina com Educadores contou com a presença de Francine Rezende.

Oficina com Educadores


A última oficina realizada com educadores pôde contar com a intervenção de Francine Rezende integrante do grupo EMCANTAR atuando no mesmo como artista e educadora nos projetos Curupira e Engenho do Campo.
A participação de Francine contou com uma intervenção cênica e roda de conversa onde artista educadora trabalhou obras do escritor Pedro Bandeira.


Através do texto apresentado cenicamente, Francine mostrou as várias formas de se trabalhar literatura usando a contação de história, afinal qual criança não resiste a uma boa contação seja ela na sala de aula ou não?

Já na roda de conversa muito se falou na busca pelo encantamento de quem se aprende (alunos), e na importância de ampliar o repertório educacional e cultural dos mesmos. Como? Oferecendo-lhes uma educação firme de qualidade assim poderão escolher o que querem ser ou fazer isso é Desenvolvimento Humano. A cada vez que educadores buscam melhorar o ensino mais eles contribuem para que esse desenvolvimento aconteça com qualidade.

Francine disse: “Nós devemos renovar os votos de educador ao olhar nos olhos e mentes das crianças”.
 
 

A proposta foi lançada e os educadores reunidos foram logo colocando na prática. O grupo foi dividido em três, cada qual recebeu uma obra literária do autor Pedro Bandeira, após terem feito a leitura pensaram na forma que o texto seria contado para os demais presentes.
 
O resultado aqui na oficina foi ótimo agora vamos aguardar notícias do que será feito nas salas de aula!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Dica para leitura "O macaco e a velha" de Ricardo Azevedo


O Palavras que Brincam deixa como dica de leitura o texto de Ricardo Azevedo “O macaco e a velha”. O texto foi trabalhado nas oficinas com as crianças que adoraram conhecer o conto e o Autor do mesmo.

O MACACO E A VELHA



Era uma casa em cima do morro. A velha morava lá, na frente tinha jardim e atrás um montão de bananeira. Perto da porta da cozinha ficava uma escada de pegar banana. A escada quebrou. As bananas estavam madurinhas.Um macaco vinha passando e a mulher o chamou:
- Me ajuda a catar?
O macaco disse sim. Trepou pelas folhas, deu um suspiro e desabou a comer tudo quanto foi banana bem bonita.
A velha gritou:
- Safado!
O macaco ria.
- Pilantra!
A mulher ralhava. O macaco só jogava pra velha banana verde ou então fedida, cheia de mosca e mancha preta. Depois o macaco deu até logo e foi embora.
A velha juntou a banana que sobrou, xingando e caraminholando.
Mandou fazer uma boneca grudenta de cera. Botou na porta de casa, junto de uma cesta cheia de banana. E ficou agachada espiando.
Passou um dia. Nada.
Passou outro dia.
No terceiro, o macaco passou e sentiu um cheirinho bom. Veio chegando:
- Ô Catarina! Quero banana...
A boneca nem se mexeu. No céu, um sol de rachar.
O macaco pediu outra vez. A boneca quieta. O macaco falou grosso:
- Me dá uma banana, ô Catarina, senão leva um tapa.
A boneca nada e ele - pá - deu e ficou com a mão colada no beiço da moça de cera.
- Larga minha mão senão leva um beliscão!
A boneca nem ligou. O macaco deu e ficou com a outra mão presa.
- Me solta, ô Catarina! Me solta senão toma um chute!
Esperou que esperou. Meteu o pé e ficou mais grudado ainda.
- Diaba! Moleca! Me larga, ô Catarina! - berrou o macaco preparando outro pé.
Chegou a velha arregaçando os dentes:
- Agora você me paga!
Levou o macaco lá dentro e mandou a cozinheira preparar o coitado pra comer na janta.
A empregada foi e fez.
Na hora de matar, o macaco revirou os olhos e cantou:
Me mata devagar
Que dói, dói, dói
Eu também tenho filhos
Que dói, dói, dói
Na hora de esfolar, o macaco cantou:
Me esfola devagar
Que dói, dói, dói
Eu também tenho filhos
Que dói, dói, dói

Na hora de temperar, o macaco cantou:
Me tempera devagar
Que dói, dói, dói
Eu também tenho filhos
Que dói, dói, dói
Na hora de assar, o macaco cantou:
Me assa devagar
Que dói, dói, dói
Eu também tenho filhos
Que dói, dói, dói
A cozinheira serviu o macaco num prato enfeitado com arroz, feijão-preto, couve, farofa e mandioca frita.
A velha estalou a língua, sorriu, cortou um pedaço e mordeu.
Na hora de mastigar, o macaco cantou:
Mastiga devagar
Que dói, dói, dói
Eu também tenho filhos
Que dói, dói, dói
A velha estranhou, apertou os olhos mas comeu tudinho. Foi quando deu uma dor de barriga daquelas, pior que rebuliço nas tripas. A mulher levantou, sentou, andou prá lá e prá cá. Não teve jeito, era o macaco pedindo:
- Quero sair.
A velha respondeu:
- Sai pelas orelhas.
- Não posso não, que tem cera - gritou o macaco - Quero sair!
A barriga da mulher doía.
- Sai pelo nariz.
- Tá assim de gosma. Quero sair!
A barriga roncava cada vez mais.
- Sai pela boca.
- Pela boca tem cuspe. Quero sair!
Aí a velha estufou, estufou e pum!
Foi um estouro que se ouviu lá de longe.
E de dentro dela saiu o macaco e mais um bando de macaquinhos, tudo viola, dançando e cantando:
Eu vi a bunda da velha iá, iá
Eu vi a bunda da velha iô, iô


Azevedo, Ricardo. Histórias que o povo conta. São Paulo: Editora Ática, 2002. p. 26-30

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

As férias acabaram e o Palavras que Brincam está de volta.

As oficinas do projeto Palavras que Brincam voltaram a todo vapor. Para iniciar as oficineiras do projeto apresentaram às crianças mais uma música que irá compor o repertório da apresentação artística.
As crianças mostraram-se bastante animadas, trazendo ideias para a criação de arranjos percussivos e coreografia para a música, afinal serão eles os protagonistas do espetáculo.

Também foi proposto que os participantes escrevessem novas histórias para o livro do projeto que será publicado no fim do ano.